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quarta-feira, 25 de março de 2009

AS ILHAS MALDIVAS PODERÃO DESAPARECER!

Você já deve ter ouvido ou lido algo sobre isso... e é verdade! As 1.200 ilhas do arquipélago corre o risco de desaparecer!




COLOMBO, Sri Lanka - Mohamed Nasheed, que mudou a história das ilhas Maldivas no último dia 28 ao ser o primeiro presidente eleito democraticamente em uma eleição multipartidária, está procurando maneiras de proteger suas ilhas do aquecimento global. Nasheed, ex-prisioneiro político, agora governa a nação mais achatada da Terra - com a altura média de 2,3 metros acima do nível do mar - e considerada uma das mais expostas aos perigos do aquecimento global devido ao aumento gradual do nível do mar. O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas das Nações Unidas alertou para o significativo aumento do nível do mar até o fim do século. Especialistas dizem que muitas das ilhas das Maldivas poderão desaparecer se os mares continuarem a subir.





Paraíso para turistas, as Maldivas correm em o risco de desaparecer / AFP Getty Images




Ibrahim Zacky, líder do Partido Democrático das Maldivas, disse que Nasheed propôs criar um fundo para que as pessoas possam ser realocadas caso a nação de 350 mil pessoas afunde. A solução proposta seria comprar um novo território para seu povo com o dinheiro arrecadado com turistas que visitam as ilhas. Zacky se recusou a dar mais detalhes do plano.

Transição política



Nasheed, novo presidente
das Maldivas



"Nenhum outro país do mundo fez a transição para o regime democrático de maneira pacífica. Eu parabenizo os cidadãos das Maldivas" disse Nasheed em cerimônia após a vitória.

Gayoom, que ficou 30 anos no poder, não participou da cerimônia. Gayoom protagonizou a transformação das Maldivas em um dos resorts mais luxuosos da Ásia, mas seus críticos o acusaram de gerenciar o país como um ditador. Ele venceu seis eleições em que era o único candidato nas cédulas de votação e recebeu somente 46% dos votos nas eleições da última semana.

Em um discurso transmitido por uma rede de TV, Gayoom pediu desculpas pelas injustiças que foram cometidas sob o seu governo. "A todos os que tiveram que enfrentar qualquer tipo de tratamento injusto, dificuldade ou injustiça, eu sinceramente peço perdão", disse.

O novo presidente das ilhas, Mohamed Nasheed, é um ativista que foi preso pelo governo anterior. Ele prometeu pressionar por transformações democráticas profundas depois de lutar por mudança durante anos enquanto estava exilado na Grã-Bretanha e no Sri Lanka.

Fonte: Último Segundo





Algumas imagens para vocês conhecerem um pouco das belezas das Ilhas Maldivas - Obs.: Respire fundo!!! Certamente, daqui a algum tempo essa será a lembrança que teremos delas...






quinta-feira, 19 de março de 2009

JOGADORES REFUGIADOS SÃO DESTAQUES EM TIME DE BRASÍLIA

Seja da forma que for, se é possível ajudar a diminuir algum sofrimento, por que não fazê-lo?!
Vejam essa notícia:


No Brazsat Futebol Clube, o destaque do time não é um atacante que marca vários gols, ou um goleiro especialista em defender pênaltis. Lá, quem merece atenção especial são os refugiados Fernándo Herrera, Solomon Kallon e Alí Khaled, que buscam algo muito mais valioso do que um gol ou uma bela defesa em uma partida de futebol.


O primeiro, Herrera, tem 15 anos e deixou a Colômbia com a família para escapar de um conflito interno em 2002, na região de Armenia. Para ter uma vida melhor, o jogador viu no futebol uma porta para que ele e seus parentes pudessem ter paz.

Ao lado dele, Kallon, de Serra Leoa, e Khaled, da Palestina, também têm motivos de sobra para enxergar no futebol uma possibilidade de ter uma vida mais justa. Para isso, ambos aceitaram o desafio de buscar o sucesso no Brazsat, da segunda divisão brasiliense.

O clube, que nasceu com o nome de Recanto EC, agremiação fundada em 2005 no Recanto das Emas, no entorno de Brasília, foi adquirido em 2007 pelo empresário João Gilberto Vaz e hoje possui um convênio com o español Javier López-Cifuentes, representante no Brasil do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur).


Fonte: Redação Terra


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