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domingo, 9 de agosto de 2009

DIA DOS PAIS - 2º DOMINGO DE AGOSTO



A idéia nasceu na antiga Babilônia, há mais de 4 mil anos. Um jovem chamado Elmesu moldou e esculpiu em argila o primeiro cartão. Desejava sorte, saúde e longa vida a seu pai.



Nos Estados Unidos, Sonora Luise resolveu criar o Dia dos Pais em 1909, motivada pela admiração que sentia por seu pai, John Bruce Dodd. O interesse pela data difundiu-se da cidade de Spokane para todo o estado de Washington e daí se tornou uma festa nacional. Em 1972, o presidente americano Richard Nixon oficializou o Dia dos Pais. Naquele país, ele é comemorado no terceiro domindo de junho. Aqui no Brasil, é cmemorado no segundo domingo de agosto. A criação da data é atribuída ao publicitário Sílvio Bhering, em meados da década de 50.

Fonte: Livro "O guia dos curiosos", de Marcelo Duarte, Companhia das Letras



sábado, 8 de agosto de 2009

O ABSOLUTISMO INGLÊS - Resumo



Imagem pt.dreamstime.com

Na Inglaterra, no século XIII, o rei foi obrigado a assinar um documento que limitava os poderes da Coroa. Esse documento chamava-se Magna Carta. Foi criado o Parlamento (membros do clero, da nobreza e da burguesia), que se tornou um poderoso limitador do poder do rei.
O rei teve seu poder fortalecido só após a Guerra das Duas Rosas (1455 – 1485), um intenso conflito entre famílias nobres rivais pela posse da Coroa. Essa guerra devastou o reino, enfraqueceu a nobreza, e o povo passou a querer um governo forte que acabasse com as agitações e insegurança. Então, subiu ao trono Henrique VII, fundador da dinastia Tudor, e do absolutismo inglês.
A dinastia Tudor durou mais de 100 anos (do final do século XV ao início do século XVII). Reinaram nesse período Henrique VII, Henrique VIII e Elizabeth I. A economia se desenvolveu e cada vez mais a autoridade da Coroa crescia. A Inglaterra tornou-se uma potência comercial e marítima.



Um dos principais acontecimentos do reinado de Henrique VIII foi o rompimento com a Igreja Católica, motivado essencialmente por interesses políticos e econômicos. Henrique VIII fez o Parlamento votar o Ato da Supremacia, que o proclamava chefe supremo da Igreja Inglesa, que recebeu o nome de Igreja Anglicana. Os bens da Igreja Católica foram confiscados pela Coroa e vendidos a nobres e burgueses ingleses.
O absolutismo inglês chegou ao auge com Elizabeth I, por que em seu reinado, fez de tudo para fortalecer a autoridade real, assim como seu pai. Desenvolveu o comércio e a indústria naval, fazendo da Inglaterra a maior potência marítima do mundo.
No reinado de Elizabeth I houve uma relativa paz entre protestantes e católicos e entre a Coroa e o Parlamento, e isso deu condições ao desenvolvimento econômico do reino. O teatro inglês foi revigorado, e um dos dramaturgos mais famosos desse período foi William Shakespeare.
Com a morte de Elizabeth I, encerrou-se a dinastia Tudor, pois, como não havia herdeiros diretos, o trono foi assumido por seu primo, um membro da família Stuart.
Os seguidores do Calvinismo (os novos burgueses), em geral, não tinham os benefícios dos monopólios reais que eram concedidos aos anglicanos, e isso causava descontentamento. O s primeiros conflitos ocorreram com o rei Jaime I. Um deles foi a Conspiração da Pólvora, de 1605: católicos descontentes queriam causar a morte do rei pela explosão de barris de pólvora escondidos embaixo do Parlamento. A conspiração foi descoberta e os envolvidos foram mortos.
O novo soberano tentou estabelecer a teoria francesa do direito divino dos monarcas, colocando-se como um representante de Deus.
Depois de Jaime I, veio Carlos I. Carlos I foi mais autoritário e agravou os conflitos com o Parlamento. Em 1642, Carlos I mandou invadir o Parlamento e provocou uma guerra civil na Inglaterra. O conflito durou sete anos, e o exército do Parlamento, comandado pelo puritano Oliver Cromwell, prendeu, julgou e executou o rei Carlos I.
Essa vitória deu início à República Puritana. Em 1651, foram aprovados os Atos de Navegação. Cromwell, depois de um tempo, tornou-se ditador também.
Em 1660, com Carlos II, os Stuart voltaram ao poder. Carlos II liberou a atuação dos católicos na Inglaterra. Seu irmão e sucessor, Jaime II queria restaurar o catolicismo na Inglaterra, por isso, em 1688 o Parlamento depôs Jaime II e, em seu lugar, assumiu o trono Guilherme de Orange, um holandês protestante. Esse episódio ficou conhecido como Revolução Gloriosa. Com a Revolução Gloriosa, a burguesia assumiu o poder na Inglaterra

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