VEM FAZER HISTÓRIA!!! SEJAM BEM VINDOS!!!.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

2009 - ANO DA FRANÇA NO BRASIL


O Ministério da Cultura lançou no dia 28 de março, o site do Ano da França no Brasil. Segundo o gerente de Intercâmbio e Projetos Especiais do MinC, Rodrigo Galletti, “a ação tem como principal objetivo divulgar as regras das inscrições dos projetos e fornecer informações à sociedade sobre os eventos que acontecerão em 2009".

A iniciativa, denominada França.br, será realizada principalmente por meio de projetos propostos por franceses e brasileiros, que serão gerenciados e analisados pelo Comissariados da França e do Brasil. O prazo para envio dos projetos propostos no Brasil é até o dia 31 de julho de 2008. Após a aprovação pelos Comissariados brasileiro e francês, os projetos deverão compor um calendário de programação.

No final do post, assista um vídeo falando sobre a influência francesa no nosso país. Bem legal!

A programação terá três eixos de ação:

França hoje - criação artística, inovação tecnológica, pesquisa científica, debate de idéias, dinamismo econômico;
França diversa - diversidade da sociedade francesa, de saberes e regional (regiões da França metropolitana e ultramar);
França aberta - busca de parcerias franco-brasileiras que devem inspirar os projetos, parcerias franco-brasileiras com outros países do mundo (África, Caribe, América Latina) e debates sobre os grandes temas da globalização.

Os projetos culturais e artísticos que necessitam de apoio das Leis Federais de Incentivo à Cultura, Lei Rouanet e Audiovisual, deverão ser apresentados da forma usual (conforme disponibilizado no site do Ministério da Cultura, no link Apoio e Projetos), com cópia para a Diretoria de Relações Internacionais (DRI/MinC), pelo e-mail dri@minc.gov.br.

Já os projetos que não utilizarão os referidos mecanismos de fomento deverão ser encaminhados diretamente para a DRI/MinC, em formulário próprio disponibilizado na página do Ano da França no Brasil, no link Apresentação de Projetos.

O França.br 2009 foi acordado pelos presidentes da República do Brasil e da França em reciprocidade ao Ano do Brasil na França, realizado em 2005. O Ano da França no Brasil começou em abril, até novembro de 2009. A idéia é proporcionar à França a oportunidade de apresentar, nas diversas regiões brasileiras, as diferentes formas de sua cultura.


Outras informações sobre o Ano da França no Brasil: (61) 3316-2126, na Diretoria de Relações Internacionais do MinC.

Informações à imprensa: (61) 3316-2225/2309, na Comunicação Social do MinC.
(Narla Aguiar, Comunicação Social/MinC)

Fonte: MINISTÉRIO DA CULTURA


12 DE JUNHO - DIA DOS NAMORADOS

O Dia dos Namorados, ou em outras localidades estrangeiras, Dia de São Valentim, é uma data especial e comemorativa na qual se celebra a união amorosa entre casais. Nesse dia é comum a troca de cartões e presentes, tais como as tradicionais caixas de bombons. No Brasil, a data é comemorada no dia 12 de Junho, e em Portugal, a data é celebrada em seu dia mais tradicional: 14 de Fevereiro.
Segundo a versão mais conhecida. a comemoração teria se originado na Roma antiga, no século III.
Conheça agora, um pouco mais da história desse dia e como começou sua celebração.


História
A história do Dia de São Valentim nos leva a um obscuro dia de jejum realizado em homenagem a São Valentim. A associação com o amor romântico chega depois do final da Idade Média, quando o conceito de amor romântico foi formulado.

Esse dia, atualmente, é muito associado à troca mútua de recados de amor em forma de objetos simbólicos como a silhueta de um coração e a figura de um Cupido com asas. Iniciada no século XIX, a prática de recados manuscritos deu lugar à troca de cartões de felicitação produzidos em grande quantidade. Estima-se que, mundo afora, aproximadamente um bilhão de cartões com mensagens românticas são mandados a cada ano, tornando esse dia um dos mais lucrativos do ano. Também calcula-se que as mulheres comprem aproximadamente 85% de todos os presentes no Brasil (mais uma evidência de que nós, mulheres, somos consumistas... mas gostamos de dar presentes também!).

São Valentim

Foto da imagem de São Valentim


Durante o governo do imperador Cláudio II, foi proibida a realização de casamentos em seu reino, pois acreditava -se que jovens solteiros eram melhores guerreiros. Cláudio acreditava que os jovens se não tivessem família, se alistariam com maior facilidade. No entanto, um bispo romano continuou a celebrar casamentos, mesmo com a proibição do imperador. Seu nome era Valentim e as cerimônias eram realizadas em segredo. A prática foi descoberta e Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto estava preso, muitos jovens davam flores e bilhetes dizendo que os jovens ainda acreditavam no amor. Entre as pessoas que deram mensagens ao bispo estava uma jovem cega, Assíria, filha do carcereiro, que conseguiu a permissão do pai para visitar Valentim. Os dois acabaram se apaixonando e ela milagrosamente recuperou a visão. O bispo chegou a escrever uma carta de amor para a jovem com a seguinte assinatura: "De seu Valentim", expressão ainda hoje utilizada. Valentim foi decapitado em 14 de Fevereiro de 270 d.C.


Aqui no Brasil
No Brasil, a data é comemorada no dia 12 de Junho por ser véspera do 13 de Junho, dia de Santo Antônio, santo português com tradição de casamenteiro, provavelmente devido suas pregações a respeito da importância da união familiar que era combatida pela heresia da época chamada Catarismo. O casamento - em queda na Idade Média - gerava filhos que a seita cátara condenava pois para esta seita, o mundo era intrinsicamente mau pois, ao invés de ter sido criado por um Deus bom, teria sido criado por um Deus mau.

Aqui no Brasil, é comemorado em 12 de junho apartir de 1949, quando o publicitário João Dória trouxe a idéia do exterior e a apresentou aos comerciantes. Como junho é um mês de vendas baixas, eles decidiram comemorar a data nesse mês e ainda escolheram a véspera de Santo Antônio, o santo casamenteiro como o Dia dos Namorados.
A data provavelmente surgiu no comércio paulista e depois foi assumida por todo o comércio brasileiro para reproduzir o mesmo efeito do Dia de São Valentim: incentivar a troca de presentes entre os apaixonados. E parece que deu certo, não é?! O dia dos namorados é uma das datas mais importantes para o comércio pois não só namorados querem presentear nesse dia, mas também casais casados comemoram a data.

Só não se deve esquecer que é muito bom dar presentes e lembrar esse dia, mas o amor se conquista e é cultivado, no dia-a-dia, ok?! Nada subistitui isso!


sexta-feira, 5 de junho de 2009

DIA 05 DE JUNHO - DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE E ECOLOGIA


HISTÓRICO

O Dia Mundial do Meio Ambiente é comemorado em 5 de junho. A data foi recomendada pela Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente, realizada em 1972, em Estocolmo, na Suécia. Por meio do decreto 86.028, de 27 de maio de 1981, o governo brasileiro também decretou no território nacional a Semana Nacional do Meio Ambiente.

O Dia Mundial do Meio Ambiente foi estabelecido pela Assembléia Geral das Nações Unidas em 1972 marcando a abertura da Conferência de Estocolmo sobre Ambiente Humano.

Celebrado anualmente desde então no dia 5 de Junho, o Dia Mundial do Meio Ambiente cataliza a atenção e ação política de povos e países para aumentar a conscientização e a preservação ambiental.

Os principais objetivos das comemorações são:
1. Mostrar o lado humano das questões ambientais;
2. Capacitar as pessoas a se tornarem agentes ativos do desenvolvimento sustentável;
3. Promover a compreensão de que é fundamental que comunidades e indivíduos mudem atitudes em relação ao uso dos recursos e das questões ambientais;
4. Advogar parcerias para garantir que todas as nações e povos desfrutem um futuro mais seguro e mais próspero.

O tema do Dia Mundial em 2009 é “Seu planeta precisa de você: Unidos contra as mudanças climáticas”. Ele reflete a urgência de que nações atuem de maneira harmônica para fazer frente às mudanças climáticas, para manejar adequadamente suas florestas e outros recursos naturais e para erradicar a pobreza.

Este ano, o México será a sede mundial das comemorações do Dia Mundial do Meio Ambiente o que reflete o engajamento dos países da América Latina e Caribe na luta contra as mudanças climáticas e na transição para uma sociedade de baixo carbono.

Em linha com seu forte engajamento nas questões ambientais, o México é um dos países que mais contribuiu com a campanha 7 Bilhões de Árvores, desenvolvida pelo PNUMA.

O presidente do México, Felipe Calderón, afirma que a celebração do Dia Mundial do Meio Ambiente "irá destacar a determinação daquele país em gerenciar adequadamente seus recursos naturais e lidar com o mais exigente desafio do século 21 - as mudanças climáticas."
Leia a Mensagem do Secretário de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais do
México, Juan R. Elvira


Fonte: PNUMA (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente) - unep.org

terça-feira, 2 de junho de 2009

QUE VENHA 2014!

FELIPE AMORIM

Como já era esperado, Pernambuco foi escolhido pela Fifa e terá a honra de receber alguns jogos da Copa do Mundo. A subsede será em São Lourenço da Mata, cidade que integra a Região Metropolitana do Recife.


Agora é oficial: Pernambuco é uma das 12 subsedes da Copa do Mundo de 2014. A confirmação veio ontem à tarde, em Nassau, nas Bahamas, durante anúncio do presidente da Fifa, Joseph Blatter. As cidades do Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Brasília, Cuiabá, Manaus, Fortaleza, Salvador e Natal também foram contempladas. No Palácio do Campo das Princesas, no Recife, os políticos lotaram o gabinete do governador Eduardo Campos (PSB) para assistirem, ao vivo, a transmissão. Já em São Lourenço da Mata, cidade que integra a Região Metropolitana do Recife, e onde será construída a Cidade da Copa, os moradores comemoraram o feito com shows de artistas locais.


Mas apesar de praticamente garantido como uma das 12 subsedes, antes mesmo do pronunciamento oficial de Blatter, a expectativa era grande para escutar o nome do Estado, outra vez, como uma das subsedes do Mundial. E após a confirmação, o sorriso ficou estampado nos rostos de todo mundo. “É uma enorme alegria que estou sentindo por Pernambuco ter conquistado uma das sedes da Copa. Tudo foi fruto de um trabalho zeloso, cumprindo à risca as entregas dos documentos nos prazos exigidos pela Fifa”. Estas foram as primeiras palavras de Eduardo Campos, durante entrevista coletiva, minutos após o anúncio oficial.

Para Campos, vários foram os fatos preponderantes para Pernambuco ter vencido mais essa disputa, porém, estar localizado num ponto estrategicamente no Brasil contribuiu, e muito. “Temos uma belíssima situação geográfica. Estamos muito próximos da Europa, da África e da América do Norte. Por sinal, isso também ajudou na escolha de Natal”, disse.


Passada toda a euforia, os governantes locais concentrarão os esforços para que o que foi apresentado aos inspetores da Fifa saia do papel do jeito que está. Por isso, já no próximo dia 31 de agosto, deverá ser publicada uma licitação para a construção da Arena Pernambuco, que, inclusive, de acordo com o secretário da Casa Civil do Estado, Ricardo Leitão, tem um clube local interessado em mandar seus jogos lá. Mesmo sem dizer qual é, notícias de bastidores dão conta que seja o Náutico.


As outras obras que estão envolvidas diretamente na Cidade da Copa também estão ganhando corpo. “A duplicação da BR-408 já está licitada, enquanto a construção da estação Cosme e Damião está precisando apenas de uma licença ambiental para começar, além de adequar o projeto de 20 mil para 45 mil usuários”, explicou Leitão, que não ficará mais à frente do Comitê Executivo da Copa.


Os prefeitos das duas cidades também estiveram presentes na coletiva, e ambos comemoraram - cada um com seu ponto de vista - a conquista de Pernambuco. O de São Lourenço da Mata já vislumbra a redução do desemprego com a Copa. “Nós temos um grande índice de desemprego, e essa será uma excelente chance de traduzir isso em trabalho”, espera Ettore Labanca (PSB). Enquanto isso, o do Recife, João da Costa (PT), prevê uma melhoria substancial no turismo do Estado. “Todos sairão ganhando com os jogos, como Olinda e Porto de Galinhas, por exemplo. Mas, para isso, precisamos trabalhar de forma integrada”, completou.


ASSINATURA

Ainda ontem, sem perder tempo, o governador Eduardo Campos arregaçou as mangas e já começou a trabalhar. Durante a entrevista coletiva, ele assinou um projeto de lei para beneficiar os investimentos que visam a Copa do Mundo em Pernambuco, como é uma exigência da Fifa. “O dia de hoje (ontem) não se resume apenas às festas. Precisamos trabalhar desde já. Por isso, assinarei agora o primeiro projeto de lei de isenção fiscal completa nos tributos estaduais para favorecer os investimentos em tudo que estiver relacionado com a Copa”, anunciou. A matéria chegará à Assembleia Legislativa hoje, onde passará pelas Comissões da Casa. Só a partir daí é que o projeto volta ao Palácio do Campo das Princesas para ser assinado pelo governador e virar lei imediatamente. “Estamos fazendo isso para cumprirmos todos os prazos”, completou.

A futura Arena Pernambuco

A cidade da Copa (em São Lourenço da Mata)


Fonte: FOLHA DE PERNAMBUCO

FAB encontra destroços de avião da Air France


Estamos vivendo momento de verdadeira comoção mundial. O acidente aéreo com o Air Bus da Air France trouxe dor e tristeza ao mundo todo. Pessoas de várias nacionalidades (cerca de 1/4 eram brasileiro!) estavam a bordo do avião que desapareceu...

Mais um acontecimento horrível para marcar com dor a nossa história.


Por Pedro Fonseca e Rodrigo Viga Gaier RIO DE JANEIRO (Reuters) - Aviões da Força Aérea Brasileira encontraram nesta terça-feira destroços do Airbus A330 da Air France que desapareceu no domingo sobre o Atlântico com 228 pessoas a bordo.

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, visitou os parentes dos ocupantes do voo AF 447, que fazia a rota Rio de Janeiro-Paris, num hotel da zona oeste do Rio e confirmou, em entrevista coletiva, que os destroços avistados por aviões da FAB são do avião da Air France.

"Não há a menor dúvida que os destroços são do avião da Air France", afirmou o ministro, acrescentando que o avião caiu dentro das águas territoriais brasileiras, antes do limite marítimo de Dacar (Senegal).

Segundo ele, os destroços foram localizados a 1.200 quilômetros de distância da cidade do Recife. Os destroços, partes metálicas e não-metálicas, foram visualizados numa extensão de 5 quilômetros.

Em nota divulgada mais tarde, a FAB informou que os destroços foram encontrados por volta das 12h20 (horário de Brasília) a cerca de 700 quilômetros de Fernando de Noronha.

De acordo com a Força Aérea, a quantidade e o tipo de material avistado --peças brancas, fiação e manchas de óleo dispersos por cerca de 6 quilômetros-- levou à conclusão de que os destroços pertenciam ao Airbus que fazia o voo AF 447.

Segundo Jobim, "até o momento não foi encontrado nenhum corpo". A Marinha divulgou que a temperatura da água no local onde foram encontrados os destroços era de entre 28 e 30 graus Celsius, quente o bastante para a sobrevivência de um ser humano.

"Isso dá um tempo, no aspecto de hipotermia, indeterminado de permanência na água. Vai depender da resistência física desse corpo, se sofreu algum choque ou algum ferimento", disse o contra-almirante Domingos Sávio Almeida Nogueira, diretor do Centro de Comunicação Social da Marinha, a jornalistas em Brasília.

"O que nos move, principalmente nessa missão, é a esperança de encontrar sobreviventes", acrescentou.

Familiares de passageiros que estavam no avião da Air France, no entanto, demonstravam desânimo após o encontro com o ministro da Defesa.

"A última ponta de esperança que nós tínhamos não existe mais depois das informações passadas pelo ministro. Antes muitos de nós achávamos que o avião poderia ter pousado numa ilha ou coisa parecida, agora não dá mais", disse Aldair Gomes, pai de Marcelo Parente, chefe de gabinete do prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes.

"Eu só quero encontrar o corpo do meu filho para que ele tenha o mínimo de dignidade no fim da sua vida."

Em nota, a Presidência da República informou que o presidente em exercício, José Alencar, decretou luto oficial de três dias "em sinal de pesar pelas vítimas do acidente aéreo".

INVESTIGAÇÕES

As investigações sobre o acidente com o Airbus A330, que tinha 58 brasileiros a bordo segundo a companhia aérea francesa, são de responsabilidade da França em atendimento à legislação internacional.

De acordo com a Aeronáutica, dois investigadores franceses já estão no Brasil e trabalham em coordenação com um investigador do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa).

O grupo conta com o apoio de integrantes dos serviços regionais de prevenção de acidentes aéreos do Rio de Janeiro e do Recife, segundo a FAB.

No entanto, segundo Jobim, ainda não existe nenhuma indicação da localização da caixa-preta da aeronave, dispositivo fundamental na investigação de qualquer acidente aéreo.

"Caixa-preta não bóia, estamos numa região de 2.000 a 3.000 metros de profundidade", afirmou o ministro. "A descoberta terá grande dificuldade."

Enquanto isso, militares brasileiros mantêm os trabalhos de busca na área em que foram encontrados os primeiros destroços, a 700 quilômetros de Fernando de Noronha e a 150 quilômetros do local onde o Airbus A330 enviou uma mensagem automática informando que sofria com problemas técnicos.

Uma aeronave de sensoriamento R-99 iniciará as buscas noturnas e, durante a madrugada, três aviões C-130 Hércules voarão para a região. No total, a FAB conta com sete aviões e dois helicópteros na região de busca, com 100 pessoas envolvidas na operação.

Além disso, cinco embarcações da Marinha se locomovem para a região onde foram encontrados os destroços, incluindo um navio-tanque. A primeira delas, o navio patrulha Grajaú, deve chegar à região às 18 horas de quinta-feira.

Inicialmente a expectativa era de que o navio chegasse às 11h, mas essa estimativa foi adiada devido a condições climáticas que impedem que a embarcação se locomova a uma velocidade maior.

Um navio da França, capaz de realizar exploração no fundo do mar, também ajudará nas buscas.

Segundo Jobim, os destroços visualizados e eventuais vítimas que forem encontradas serão transportados por navios da Marinha, com auxílio de helicópteros, para a ilha de Fernando de Noronha e depois encaminhados para Recife.

Fonte: ÚLTIMO SEGUNDO

Desde já, pedimos a Deus Suas consolações às famílias...

QUAIS OS MAIORES BOATOS DA HISTÓRIA DA INTERNET?

Bem pessoal, esse post é para relaxar um pouquinho, e informar também, claro! Vai ver que você recebeu uma dessas informações e até acreditou...


Conheça os rumores que mais deram o que postar
TEXTO: EMILIANO URBIM

Desinformação é tão antiga quanto a informação. A diferença é que antes ela ia parar nos livros sagrados e de história, e hoje aparecem na sua caixa de correio. Um pouco menos do que na virada do século, quando os boatos da internet viveram sua fase dourada. Naqueles primeiros tempos de www, os usuários pareciam ser mais ingênuos, ou pelo menos repassavam para mais gente as mesmas lorotas. Ao menos é o que dá para concluir da lista de maiores boatos de internet de todos os tempos publicada no começo deste ano no site snopes.com, a enciclopédia de lendas urbanas digitais (confira o top 5 no infográfico ao lado). Para Ricardo Cavallini, autor do livro Onipresente – Os Rumos da Comunicação Moderna, a publicidade e os hábitos dos internautas influenciaram na murchada dos boatos. “O marketing viral se apropriou da linguagem do boato e isso fez com que as pessoas passassem a desconfiar mais. E tem também a fragmentação da informação: o boato de que antes todo mundo ficaria sabendo hoje são vários, que chegam a grupos específicos.” Para ter uma ideia, os boatos internéticos mais quentes do mundo atualmente são sobre os perigos das garrafas de plástico, cantores coprófogos, controle remoto da garagem hackeado. Fala sério, nada que chegue aos pés do Tourist Guy e outros clássicos virtuais mundiais que você redescobre nestas páginas.

Caiu na rede
Conheça os boatos que mais deram o que postar, segundo o site snopes.com.

1) O TURISTA ACIDENTAL
ANO: 2001.
BOATO: Nas ruínas do World Trade Center, acharam uma câmera com um retrato do momento do atentado.
RESULTADO: Uma breve comoção mundial seguida de várias piadas.

2) BANANA ASSASSINA
ANO: 1999.
BOATO: Bananas da Costa Rica com bactérias comedoras de carne estavam no mercado.
RESULTADO: Governo costa-riquenho foi à ONU desmentir a lorota.

3) ESTILISTA RACISTA
ANO: 2002.
BOATO: No talk show da Oprah, Tomy Hilfiger disse: “Negros não devem usar minhas roupas”.
RESULTADO: Em 2007, o estilista foi na Oprah (pela primeira vez) negar a história, ainda presente.

4) BILL GATES DANDO GRANA
ANO: 2004.
BOATO: Microsoft está pagando dinheiro para as pessoas encaminharem e-mails.
RESULTADO: Milhões de caixas de entrada atochadas de spam.

5) GATOS IN VITRO
ANO: 2001.
BOATO: Estão criando gatinhos recém-nascidos em vidrinhos, os Bonsai Kitten. Quer um?
RESULTADO: Protestos irados de protetores dos animais contra algo que nunca existiu.

Fonte: REVISTA SUPERINTERESSANTE

O COMPASSO DO MUNDO


Há 300 anos, a elite política e cultural do Ocidente se reúne em salões fechados para participar de rituais cheios de códigos misteriosos. Saiba o que é a maçonaria, como ela surgiu e de que forma influenciou grandes acontecimentos históricos

por Tiago Cordeiro

O primeiro presidente dos Estados Unidos, George Washington, era maçom. Depois dele, outros 16 líderes da nação mais poderosa do mundo também foram: a lista inclui John Edgar Hoover, diretor do FBI por 45 anos, e Harry Truman, o homem que autorizou o ataque com bombas atômicas sobre o Japão. Também fizeram parte da sociedade secreta dois políticos decisivos para a vitória aliada na Segunda Guerra Mundial, o presidente americano Franklin Delano Roosevelt e o primeiro-ministro britânico Winston Churchill. Eram maçons alguns dos mais importantes líderes da Revolução Francesa, como Jean-Paul Marat e La Fayette. O revolucionário italiano Giuseppe Garibaldi e os libertadores da América espanhola, o argentino José de San Martín e o venezuelano Simon Bolívar, também. O articulador da independência do Brasil, José Bonifácio de Andrada e Silva, pertencia à ordem, assim como o duque de Caxias e nosso primeiro presidente republicano, marechal Deodoro da Fonseca.

Por tudo isso, não é exagero afirmar que o mundo em que vivemos foi definido por essa sociedade secreta, que há 300 anos reúne a elite política e militar (e cultural) do Ocidente em rituais cheios de códigos misteriosos.

Mas o que é maçonaria? Existem várias versões para a criação da organização. A mais confiável remete à Idade Média, quando o controle do comércio era feito pelas guildas, corporações de ofício que reuniam artesãos do mesmo ramo e funcionavam como um antepassado dos sindicatos. Um dos grupos mais poderosos era o dos pedreiros (em inglês, masons). Responsáveis pela engenharia e pela construção de castelos e catedrais, eles tinham acesso aos reis e ao clero e circulavam livremente entre os feudos. Apelidados de free masons (pedreiros livres), se reuniam nos canteiros de obras e trocavam segredos da profissão. Para se identificarem em locais públicos e evitarem o vazamento de suas conversas, criaram um sistema de gestos e códigos. Durante o Renascimento, os pedreiros livres ficaram na moda. Seus encontros passaram a acontecer em salões, chamados de lojas, que geralmente ficavam sobre bares e tavernas das grandes cidades, onde a conversa continuava depois. Intelectuais e membros da nobreza engrossaram a turma. Por influência deles, os debates passaram a abranger religião e filosofia. Em 24 de junho de 1717, numa reunião das quatro maiores lojas de Londres (então o maior centro maçom europeu), na taverna The Goose and Gridiron nasceu uma federação, a Grande Loja de Londres. Era o início oficial da maçonaria.

CRIANDO A MARSELHESA

Em apenas três décadas, a organização já tinha se espalhado por toda a Europa ocidental e havia alcançado a Índia, a China e a América do Norte. Passou a ser conhecida, respeitada, mas, principalmente, temida. Não era para menos. Ficava difícil confiar em um grupo de homens ricos e poderosos, de diferentes áreas, que se reuniam a portas fechadas, usavam símbolos esquisitos (veja explicações ao longo da reportagem) e faziam juramentos de fidelidade à tal organização e ainda voto de silêncio. Também não ajudou muito o tanto de lendas que surgiu sobre a origem da maçonaria (em 1805, o historiador francês Charles Bernardin pesquisou 39 diferentes). Tinha para todos os gostos: alguns integrantes da ordem diziam que Noé era maçom, outros transformaram o rei Salomão ou os antigos egípcios em fundadores. Nem os templários escaparam (leia na pág. 33). A Igreja Católica se incomodou tanto que, em 1738, divulgou uma bula papal atacando a ordem, que décadas depois foi perseguida pela Inquisição.

Além do sigilo, o que perturbava era a atitude sempre à frente de seu tempo. Setenta anos antes da Revolução Francesa, esses homens cultos e influentes já defendiam a liberdade, a igualdade e a fraternidade. Tratavam-se sem distinção e aceitavam todos os credos religiosos, uma atitude tremendamente avançada para a época. Os ateus, porém, eram barrados. “Não formamos uma religião, mas somos um grupo de pessoas religiosas. Nosso lema é fazer os homens bons ficarem melhores”, diz o maçom paulistano Cassiano Rampazzo, advogado de 35 anos. Com ele concorda a historiadora mineira Françoise Jean de Oliveira, co-autora do livro O Poder da Maçonaria. “A maçonaria não é religião, não tem dogmas. É um grupo que defende a liberdade de consciência e o progresso.” Isso não quer dizer que cada participante possa agir como bem entende. “Ao entrar na ordem, o membro é instruído sobre a ‘moral universal’, um conjunto de virtudes obrigatórias, como bondade, lealdade, honra, honestidade, amizade, tranqüilidade e obediência”, diz Françoise.

A falta de preconceito se restringia a diferenças políticas e religiosas. A fraternidade vetava analfabetos, deficientes e homens que não se sustentavam. As mulheres até hoje não são bem-vindas (com exceção da França). Além disso, no passado como no presente, só entra na ordem quem for convidado e passar por uma avaliação rigorosa: nada de gente indiscreta, protagonistas de escândalos, bêbados, brigões e adúlteros notórios. Ainda assim, para os aprovados, a maçonaria foi a primeira entidade a funcionar de acordo com os preceitos da democracia moderna. “Eles estimulavam debates abertos, em que todos podiam participar, além das eleições livres e diretas. Nada disso estava na moda no século 18. E, muito por influência dos próprios maçons, tornou-se corriqueiro no século 21”, afirma o historiador alemão Jan Snoek, professor da Universidade de Heidelberg e especialista no assunto.

Assim, nada mais natural que os líderes da Revolução Francesa de 1789 aderissem à maçonaria. Nos anos que antecederam a queda do Antigo Regime, os adeptos se multiplicaram. A influência foi tanta que uma canção composta e cantada na loja de Marselha foi batizada de A Marselhesa e transformada no hino do país. “Nem todos os ideólogos da revolução foram maçons. Marat e La Fayette eram, Robespierre e Danton, não. Mas, entre os inimigos da monarquia, mesmo quem não participava da ordem tinha sido influenciado por suas idéias”, afirma o historiador americano W. Kirk MacNulty, maçom há mais de 40 anos.

NO DÓLAR AMERICANO

Além de divulgar idéias que atraíam a elite progressista de seu tempo, a maçonaria era também um espaço propício à conspiração política. Ao ingressar na ordem, os integrantes prometiam (e até hoje prometem) não divulgar seus segredos e nem mesmo revelar a nenhum profano (como são chamados os não-iniciados) o que é dito nas reuniões. “As lojas maçônicas eram o lugar ideal para membros da elite de diferentes pensamentos políticos se encontrarem”, diz o pesquisador Jesus Hortal, reitor da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Além disso, quanto mais a maçonaria era acusada de ser um local de conspiração política, mais ela era procurada por conspiradores. A proteção das lojas ajudou a garantir o sucesso de um dos movimentos históricos mais influenciados pela organização: a independência americana, episódio que muitos historiadores chamam de “revolução maçônica”.

Benjamin Franklin, um dos grandes responsáveis pela criação dos Estados Unidos da América, era grão-mestre (o líder máximo na hierarquia) na Filadélfia e responsável pela publicação no país do livro Constituições, escrito pelo britânico James Anderson em 1723 e considerado a declaração de princípios da entidade. O líder dos rebeldes, George Washington, e o principal autor da Declaração de Independência, Thomas Jefferson, também eram membros ativos, assim como um terço dos 39 homens que aprovaram a primeira Constituição do país. Os três usaram seus contatos com as maçonarias de outras nações, em especial da Inglaterra, para garantir o sucesso da rebelião.

Há quem diga que a nota de 1 dólar, com seu olho solitário, é inteiramente marcada por símbolos maçons – o olho, por exemplo, simbolizaria Deus (leia sobre os símbolos no decorrer da reportagem), coisa que os autores da cédula nunca confirmaram. Reza a lenda que George Washington teria vestido um avental da ordem durante a inauguração da capital, em 16 de julho de 1790, batizada em sua homenagem. Ele ainda teria orientado os engenheiros a encher a cidade de símbolos secretos da entidade. Por exemplo: algumas pessoas identificam o desenho de um compasso unindo a cúpula do Capitólio, a Casa Branca e o Memorial Thomas Jefferson.

IDEIAS PELO MUNDO

No século 19, a maçonaria deu outras provas de sua capacidade de mudar a história. Por volta de 1810, um grupo de defensores da unificação italiana se reuniu com o nome de Carbonária. Inspirado nas estratégias e na hierarquia maçons, a sociedade secreta, que continuou atuante até 1848, tentava estimular uma rebelião espontânea dos trabalhadores, que implantariam os ideais liberais. Dois dos maiores heróis da construção da Itália unificada participaram desse grupo e depois foram aceitos pela maçonaria. Um deles, Giuseppe Mazzini (1805-1872), acabou rompendo com os maçons por acreditar que a ordem mais debatia que agia. Outro, Giuseppe Garibaldi (1807-1882), seria mais tarde condecorado o primeiro maçom do novo país.

Depois de participar de um levante malsucedido em Gênova, Garibaldi fugiu para o Rio de Janeiro em 1835. Encontrou um grupo de carbonários exilados que mantinha contatos com a maçonaria brasileira. Através deles conheceu o maçom Bento Gonçalves, o líder da Revolução Farroupilha. Em 1840, Garibaldi instalou-se no Uruguai, onde se tornou oficialmente participante da sociedade secreta. Quando morreu, em seu país, deu nome a lojas no Uruguai, Brasil, França, Estados Unidos, Inglaterra e Itália. Nas décadas seguintes, os democratas italianos de esquerda, cujos integrantes cerrariam fileiras na maçonaria, se destacaram pela defesa do sufrágio universal, da educação gratuita de qualidade e da independência do Estado com relação à Igreja.

É fácil entender como Garibaldi se tornou maçom na América do Sul. Desde o começo do século 19, a ordem cresceu a ponto de ser fundamental para a independência dos países da região. Nos países de língua espanhola, um dos precursores do pensamento pela soberania foi o venezuelano Francisco de Miranda (1750-1816), que, depois de participar da Revolução Francesa, foi iniciado na maçonaria por George Washington. Miranda fundou uma loja em Londres, batizada de Gran Reunión Americana. Ali, atuou na formação de três libertadores da América: o chileno Bernardo O’Higgins (1778-1842), o venezuelano Simon Bolívar (1783-1830) e o argentino José de San Martín (1778-1850). Eles freqüentavam a mesma loja, Latauro, com sede em Cádiz, Espanha, e filiais latino-americanas. Seus membros se denominavam “cavaleiros da razão” e previam a independência, o fim da escravidão e a proclamação de repúblicas. Estima-se que a iniciação de Bolívar tenha ocorrido na Europa, entre 1803 e 1806. San Martín, adepto desde 1808, fundou lojas no Chile, no Peru e na Argentina (que já abrigava casas maçônicas desde 1775). O’Higgins freqüentava a de Mendoza.

RUMOS NO BRASIL

A fraternidade existia em nosso país desde o início do século 19 e contava com confrades de altos cargos da colônia. Entre os maçons decisivos para a separação de Portugal estava José Bonifácio de Andrada e Silva (1763-1838). A idéia de conceder o título “Defensor Perpétuo e Imperador do Brasil” ao príncipe herdeiro da coroa portuguesa surgiu na própria Latauro, mesmo lugar que organizou as primeiras festas de rua pela independência, no Rio, em 12 de outubro de 1822. O envio de emissários às grandes províncias brasileiras para articulação da Independência foi organizado pelo Grande Oriente do Brasil, a federação maçônica nacional fundada em 17 de junho do mesmo ano, de onde José Bonifácio foi grão-mestre. Em 2 de agosto de 1822, o próprio dom Pedro I entrou para a entidade, sob o codinome Pedro Guatimozim, uma homenagem ao último rei asteca. Apenas três dias depois de iniciado, ele já tinha sido alçado a mestre. Mais dois meses e já era o grão-mestre do país. Passados apenas 17 dias da promoção, Pedro, já imperador, abandonou a fraternidade e proibiu suas atividades no Brasil. A melhor explicação dos especialistas para a atitude é a insatisfação do monarca com uma entidade onde a hierarquia era submetida a regras e podia ser questionada.

Em 1831, de volta legalmente à ativa, após a renúncia de dom Pedro e seu retorno a Portugal, a maçonaria brasileira se multiplicou. Em 1861, a ordem se mobilizou em apoio ao movimento abolicionista. No Ceará, lojas se reuniram para comprar e libertar escravos. Eusébio de Queiroz (1812-1868), que batizou a lei que proibia o tráfico de escravos, era maçom. O visconde do Rio Branco (1819-1880), abolicionista e chefe de Gabinete Ministerial entre 1871 e 1875, foi grão-mestre. Quando a Lei Áurea foi assinada pela princesa Isabel (1846-1921), em 1888, o presidente do Conselho de Ministros era o grão-mestre João Alfredo Correa de Oliveira (1835-1919). Das lojas também veio o apoio à mudança no regime de governo. Em 1889, a República foi proclamada pelo confrade marechal Deodoro da Fonseca (1827-1892), que formou um ministério só com maçons. Dos 12 chefes de Estado até 1930, oito eram maçons; dos 17 governadores de São Paulo durante a República Velha, 13 pertenciam à ordem.

CAÇA ÀS BRUXAS

A partir de 1930, com a ascensão de Getúlio Vargas (1882-1954) ao poder, a maçonaria brasileira passou a ser estigmatizada. Os delírios do integralista Gustavo Barroso (1888-1959), de que a entidade unira-se ao judaísmo para controlar a humanidade, faziam sucesso. O mesmo surto ocorreu em outros países. Na União Soviética, Leon Trótski (1879-1940) denunciou um suposto complô maçom-judaico para dominar o planeta. Adolf Hitler (1889-1945), que dizia que a maçonaria era uma arma dos judeus, mandou fechar todas as lojas alemãs, prendeu líderes e, em 1937, organizou a Exposição Antimaçônica. Aberta em Munique pelo ministro da propaganda, Joseph Goebbels, a mostra reunia peças de lojas invadidas. Na Espanha, em 1940, o general Francisco Franco (1892-1975) proibiu a existência dos grupos e condenou seus membros a seis anos de prisão.
Nem só a perseguição fez organização perder poder. “A maçonaria não se adaptou aos novos tempos”, diz Françoise Souza. “Ela foi poderosa enquanto era um local único de reunião de pessoas. Com a consolidação da sociedade civil, surgiram outros espaços associativos, como partidos, sindicatos e organizações não-governamentais. Além disso, causas clássicas da maçonaria, como a liberdade religiosa, viraram direitos.” Mas ainda existem locais onde a segurança e a valorização da liberdade de expressão são fundamentais. É o caso de Israel. “Em Jerusalém, as lojas reúnem cristãos, judeus e muçulmanos, que conversam abertamente, trocam experiências e sabem que podem confiar uns nos outros”, afirma o historiador Jan Snoek. Em lugares assim a maçonaria continua, como era em suas origens, uma organização inovadora.


RÉGUA E COMPASSO
Os principais símbolos da maçonaria



Compasso

Representa a racionalidade científica. Por desenhar círculos perfeitos, também simboliza a busca pela perfeição moral

Esquadro

Instrumento que lembra a capacidade transformadora do homem sobre a natureza. Seu ângulo reto é uma indicação para os homens de que eles devem ser honestos

Letra G

Vem de God, “Deus” em inglês. Os integrantes da fraternidade também o chamam de GAU, sigla para “Grande Arquiteto do Universo”

Olho

Geralmente representado dentro de um triângulo, tem o mesmo significado da letra G. É Deus, que tudo vê

Triângulo

Refere-se ao lema “liberdade, igualdade e fraternidade”, às virtudes “fé, esperança e caridade”, e a “nascimento, vida e morte”. Por isso, os maçons também fazem três pontos em suas assinaturas

Martelo

Pequeno, simboliza o trabalho dos pedreiros que inspiraram a fraternidade, e também a força material que muda o mundo. É usado pelo grão-mestre durante as cerimônias

Sol/Lua

Como o chão de mosaico preto e branco (veja no rodapé da reportagem), usado nas lojas, simboliza a dualidade entre bem e mal, espírito e corpo, luz e trevas

IRMÃOS MAÇONS
Personalidades que fizeram parte da ordem

Voltaire (1694-1778)

O filósofo iluminista atacava a monarquia francesa e defendia princípios maçons. Acabou sendo iniciado em uma loja de Paris em abril de 1778, só dois meses antes de morrer. Voltaire, que tinha 83 anos, entrou no local apoiado no braço do americano Benjamin Franklin.

Goethe (1749-1832)

O escritor e poeta alemão foi aceito em uma loja de Weimar em 1780. Escreveu vários poemas em homenagem à maçonaria. Os mais famosos são A Loja Maçônica e Symbolum (composto quando seu único filho, Auguste, foi iniciado).

Mozart (1756-1791)

O compositor austríaco entrou para a ordem em Viena, aos 28 anos. Compôs várias peças para serem executadas durante cerimônias maçônicas. Sua última ópera, A Flauta Mágica, tem tantas referências à ordem que Mozart foi acusado de revelar segredos maçons.

Gustave Eiffel (1832-1923)

Além de projetar a Torre Eiffel, em Paris, o engenheiro francês desenhou a Estátua da Liberdade, enviada como presente de comemoração dos 100 anos da independência americana . O projeto foi executado em parceria com o escultor Frederick Bartholdi (1834-1904), que também era maçom.

Charles Lindberg (1902-1974)

O aviador foi aceito por uma loja de Saint Louis em 1926. No ano seguinte, tornou-se o primeiro homem a fazer um vôo solitário transatlântico sem escalas. Durante a viagem, ele teria levado consigo um distintivo com os símbolos da régua e do compasso.

Buzz” Aldrin (1930)

O segundo homem a pisar na Lua em 1969, após Neil Armstrong, pertence a uma loja maçônica no Texas. Queria ter levado um anel maçom de seu avô para a Lua, mas o perdeu antes da viagem. Mas ninguém sabe se ele teria mesmo levado uma bandeira com símbolos da ordem para lá.

LENDAS PARA TODOS OS GOSTOS
Os mais famosos personagens e povos que teriam fundado a sociedade

Adão

Alguns integrantes da ordem defendem que Deus foi o primeiro maçom – afinal (como um bom pedreiro”) ele construiu o mundo inteiro em seis dias. Para outros, esse cargo cabe a Adão. Ao ser expulso do paraíso, ele teve de encontrar uma forma de construir abrigo. Seus ensinamentos teriam sido levados adiante por seu filho Caim.

Noé

De acordo com a Bíblia, depois de construir um barco e escapar do grande dilúvio com um casal de cada espécie animal, Noé precisou começar tudo do zero. Para alguns maçons, isso faz dele um pioneiro na arte da construção – logo, um fundador da maçonaria.

Egípcios

Só mesmo grandes engenheiros seriam capazes de construir as pirâmides do Egito antigo. Por isso, não falta quem diga que entre os egípcios também estavam os primeiros maçons. Por essa versão, eles teriam criado ritos ocultos, os mesmos que teriam usado na construção da Grande Pirâmide de Quéops.

Hiram Abiff

Segundo a Bíblia, o rei Salomão teria contratado um outro rei, chamado Hiram Abiff, para ser o engenheiro-chefe de seu templo. De acordo com a maçonaria, Hiram foi morto por funcionários que queriam roubar os segredos de Salomão. Assim, Hiram acabou virando um mártir e também um exemplo de discrição.

Pitágoras

Além de fundador da Matemática como disciplina de estudos, o grego fundou a escola pitagórica, que tratava seus seguidores como uma irmandade sem superiores e seguia rígidos princípios religiosos e de comportamento. Assim, não é difícil entender a ligação que fizeram entre ele e a maçonaria.

Templários

Os sobreviventes da poderosa ordem, destruída em 1312 a mando do papa Clemente V, teriam continuado a se reunir em segredo até voltar a público em 1717, na forma da maçonaria. Algumas palavras em código dos maçons seriam inspiradas nas senhas usadas pelos templários.

SAIBA MAIS:

LIVROS

A Maçonaria – Símbolos, Segredos, Significado, W. Kirk MacNulty, Martins Fontes, 2007

Conta a história da organização com textos curtos e didáticos e reúne imagens de símbolos e cerimônias.

Arquivos Secretos do Vaticano e a Franco-Maçonaria, José Ferrer Benimeli, Madras, 2007

O historiador espanhol descreve em detalhes os processos movidos pela Inquisição contra membros da maçonaria.

O Poder da Maçonaria, Françoise Jean de Oliveira e Marco Morel, Nova Fronteira, 2008

Os pesquisadores contam a trajetória da ordem no Brasil, do fim do século 18 até os dias atuais.

Fonte: Revista AVENTURAS NA HISTÓRIA

FRASES FAMOSAS

FRASES FAMOSAS
No site Frases Famosas tem uma infinidade de frases históricas. Sempre é muito bom lembra-las, muitas vezes são até oportunas. Tem também algumas pérolas e frases de famosos da atualidade. É SÓ CLICAR NA IMAGEM!